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Pai perde filho e cria campanha antidrogas em redes sociais, no CE


O envolvimento do filho com as drogas começou ainda na adolescência.
A campanha, nas redes sociais já alcançou 200 mil compartilhamentos.
Do G1 CE

Imagem que virou símbolo da campanha foi compartilhada mais de 130 mil vezes em rede social (Foto: Venicio Guimarães)Imagem que virou símbolo da campanha foi compartilhada mais de 130 mil vezes em rede social (Foto: Venício Guimarães)
A tristeza com o desaparecimento e a morte do filho de 30 anos, em junho de 2012, usuário de drogas, fez com que o empresário e advogado Venício Guimarães, de 50 anos, tomasse uma atitude para evitar que outros pais e filhos passassem pelo mesmo sofrimento. Ele criou uma campanha de conscientização nas redes sociais contra o uso de drogas, especialmente, crack. "Se conseguir salvar uma vida que seja, já terá valido a pena", diz.
Fundada em redes sociais há cerca de uma semana, a campanha “Alerta Juventude” já tem mais de 200 mil compartilhamentos nas duas postagens do Facebook, e já foi vista por cerca de 50 milhões de pessoas em todas as partes do país e no exterior. O empresário se diz surpreso com a repercussão, já que a divulgação inicial, de apenas uma fotografia, foi somente para os amigos mais próximos. "Quando vi que muita gente estava divulgando a fotografia como um alerta contra o uso de drogas, resolvi criar a campanha."
Quando vi que muita gente estava divulgando a fotografia como um alerta contra o uso de drogas, resolvi criar a campanha"
Venício Guimarães, fundador da campanha Acorda Juventude
Segundo Venício Guimarães, o envolvimento do filho Thiago Montezuma Guimarães de 30 anos, com as drogas começou ainda na adolescência, com 14 anos. "Começou com a maconha, passou por outras e chegou ao crack. Como consequência, começou a praticar pequenos furtos, passou para os roubos e chegou aos assaltos".
Thiago foi preso, condenado e cumpriu pena em um presídio. "No dia em que ele saiu do presídio, estava acertado a internação em uma clínica de recuperação, mas ele desistiu, disse que não queria mais ir". Foi embora para o Maranhão, onde vivia com a mulher e os dois filhos", conta o pai.
No dia 30 de junho de 2012, saiu de casa dizendo para a mulher que iria encontrar um amigo, mas nunca mais apareceu. "A minha nora recebeu um telefonema de uma pessoa não identificada, informando que o meu filho havia sido assassinado, mas o corpo nunca foi encontrado", diz.
“Sou um aprendiz da vida, mas catedrático em dor, por causa do crack quero salvar vidas. Quando soube da morte do Thiago passei um dia e uma noite como um 'siri em uma lata'. Gritando, chorando e tentando buscar explicações para o que havia acontecido e como essa tragédia poderia ter sido evitada, mas não obtive respostas satisfatórias".
A partir da próxima semana, toda quarta-feira, o empresário Venício Guimarães vai estar na Associação Beneficente Parque do Cocó, em Fortaleza, dando testemunhos de vida aos pais e jovens com problemas relacionados ao uso de drogas. A ideia da associação, segundo Venício, veio depois da repercussão da imagem e da mensagem de alerta nas redes sociais.
Serviço:
Sede da Campanha "Acorda Juventude"
Associação Beneficente Parque do Cocó
Rua Tomaz Rodrigues, 184 - Aldeota
Fone:  (85) 3267-5139
Quartas-feiras, das 8h às 11
h

Estado é responsável pelo tratamento de dependentes de álcool e drogas

Fonte: AF Notícias - 05/11/12 14h07
Divulgação
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal
O Ministério Público Federal e Estadual; a Defensoria Pública da União e do Estado, juntamente com o Governo do Estado, em um acordo inédito, firmaram o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta – TAC, estabelecendo critérios e responsabilidades quanto ao  custeamento do tratamento de saúde para dependentes químicos do Tocantins.

O TAC foi elaborado para evitar demandas judiciais neste sentido. Segundo os órgãos, é crescente o número de usuários de álcool, crack e outras drogas, com dependência química em grau avançado, principalmente os usuários de crack que necessitam de internação como parte do tratamento de recuperação da saúde; já que são pessoas com estado de saúde grave, em sofrimento, com atitudes agressivas, inclusive contra os familiares, comprometendo o convívio doméstico e que procuram a justiça para garantir o tratamento.

Com o TAC, ficou estabelecido que o Estado do Tocantins é o responsável em arcar com os custos da internação, pelo tempo necessário, a todos os pacientes com necessidades decorrentes do uso de álcool e drogas que forem acolhidos pelos serviços dos Centros de Apoio Psicossocial – CAPs, no âmbito municipal, com prescrição pela equipe técnica acerca da necessidade da internação. Para que o Estado garanta a internação, é necessário que o paciente obedeça ao fluxo definido, constante no parecer técnico encaminhado pela Secretaria de Estado da Saúde – Sesau, ao Ministério Público e à Defensoria Pública.

Também foi instituída uma comissão multilateral, composta por um representante de cada órgão, com a atribuição específica de aferir, quando instada por algum dos signatários, eventual  descumprimento do TAC. Além disso, no caso de descumprimento voluntário das obrigações assumidas, o Estado do Tocantins responderá, a título de Cláusula Penal, por multa no valor de R$ 50.000,00, acrescida de atualização monetária; adotando-se para tanto os índices utilizados pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, para correção dos débitos judiciais.

Após a assinatura do Termo, o Ministério Público e a Defensoria Pública se comprometeram a requerer a imediata suspensão da Ação Civil Pública, em trâmite, que obriga o Governo do Tocantins a oferecer internação voluntária e involuntária a dependentes químicos.

“É imprescindível que o Poder Público cuide dessas pessoas, inclusive, para a diminuição da criminalidade uma vez que muitos dependentes, após usarem álcool e droga, saem pelas ruas cometendo as mais diversas espécies delitivas, especialmente os crimes contra o patrimônio, para satisfação do vício;  além dos crimes contra a vida, deixando a sociedade em condição de vulnerabilidade. É um avanço e o Estado ao mesmo tempo em que deve ser parabenizado pela iniciativa conciliatória, deve estar atento com a gestão para que este TAC não se torne apenas uma promessa”, afirmou o defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, que assinou o TAC juntamente com o Defensor Público Marlon Costa Luz Amorim, a promotora de Justiça, Maria Roseli de Almeida; o secretário de Estado da Saúde, Luiz Fernando Freesz; o procurador geral do Estado, André Luiz de Mattos Gonçalves; o procurador da República, Victor Manoel Mariz; e o defensor público da União Matheus Figueiredo Alves da Silva. 
(Ascom/Defensoria Pública)

FOTOS DO LANÇAMENTO DO PROJETO

 
 

 

 

 

 

 

Psicólogo lança site informativo sobre Drogas em Arapoema


AF Notícias - 20/10/2012
Divulgação
Site lançado em Arapoema sobre Drogas
Site lançado em Arapoema sobre Drogas
O psicólogo Ricardo Furtado lançou na noite da última quinta-feira, 18, no município de Arapoema o site "Não as Drogas.com". A ação faz parte de uma parceria firmada entre a Secretaria Municipal de Saúde e o profissional através do projeto Arapoema Contra as Drogas, e tem como objetivo matriciar o município e capacitar os profissionais de saúde como multiplicadores da politica nacional de prevenção e combate às drogas por meio de recursos destinados da Portaria 4.135/2010 do Ministério da Saúde.

O site de caráter informativo e interativo conta além das informações sobre o projeto, com noticias atualizadas sobre a temática, material para download, fórum de discussões, interação com as redes sociais, espaço para filmes on-line, aconselhamento e orientação virtual.

O lançamento foi realizado na Câmara Municipal de Arapoema na noite desta quinta-feira, 18, e contou com a participação de autoridades locais, representantes da comunidade, alunos e comunidade em geral. Na oportunidade foi realizada a palestra "Drogas: Prevenir é melhor que Recuperar", que é também o lema da campanha. 
www.naoasdrogas.com

Mães usuárias de crack se tornam um novo problema de saúde pública no Brasil


O doutor Dráuzio Varella mostra a vida de jovens dependentes que engravidam e, mesmo assim, continuam se drogando. Elas acabam perdendo a guarda dos filhos.

As mães do crack são um novo problema de saúde pública no Brasil. O doutor Dráuzio Varella mostrou a vida de jovens dependentes que engravidam e, mesmo assim, continuam se drogando. Como ajudar essas mulheres? Que tipo de vida espera esses bebês? 

Samara tem 21 anos e não é uma gestante qualquer. Ela usou crack durante as 20 primeiras semanas de gestação, desde a fase mais inicial da formação do feto. 

Letícia, de 18 anos, acabou de ter seu primeiro filho. E ainda na mesa do parto precisa dar uma informação que pode fazer toda a diferença para a vida dela e da criança: ela fumava maconha, crack e usava cocaína. 

A produtora do Fantástico conheceu Samara na clínica em que ela, já grávida, estava recebendo tratamento contra a dependência do crack. “Agora, vai fazer quatro meses que estou aqui. Se eu não tomar vergonha na cara... Eu quero parar de usar”, diz Samara. 

Samara perdeu provisoriamente a guarda da primeira filha. Por causa do crack, ela tem medo que o mesmo aconteça com o bebê que vai nascer. “Eu tenho medo de não conseguir, mas eu vou conseguir”, acredita. 

As histórias das mães do crack se repetem. “Uma vez que eu cheguei a fumar com o meu pai 60 pedras de crack”, contou uma menor de idade. 

“Eu não conheci a minha mãe verdadeira. Não sei muito os motivos dela, mas ela não teve condições de me criar”, diz Fabíola Fernandes da Silva, de 23 anos. 

“Fui para São José do Rio Pardo, com uma colega minha, fazer programa. Aí passou um tempo, e outra colega minha ofereceu crack para mim. Foi quando eu comecei a viciar. Passei a fazer mais programa para usar o crack”, conta Samara. 

“Apanhei demais, porque as mulheres mais velhas me exploravam muito. Eu tinha que me prostituir para poder pegar dinheiro e pegar a droga para elas”, conta Fabíola. 

“Eu tinha vergonha até de chegar perto da minha filha. Estava muito magra, muito acabada”, contou Sirlene Rodrigues, de 28 anos. 

A combinação de desamparo, dependência química e violência leva facilmente à gravidez acontecimento que não muda o rumo desta história triste. 

“O que caracteriza a dependência é a incapacidade de ter um controle. Então, é como se ela ficasse à mercê de uma força maior do que a própria vontade dela. É um sofrimento muito grande. Não são mães desnaturadas, não são mães que não se preocupam com isso, mas são mães que estão em um nível de sofrimento impensável e que não conseguem sair disso. É por isso que a gente precisa ajudar essas mães e não condená-las”, explica Dartiu Xavier da Silveira, psiquiatra da Unifesp. 

“Nós temos casos muito tristes de moças que vão para o hospital sem saberem que estão dando à luz”, diz Dora Martins, juíza da Vara Central da Infância de SP. 

“Usei crack até eu ganhar neném. No dia em que ele nasceu, eu estaca bem louca de droga”, conta Fabíola. 

O obstetra Tenilson Amaral Oliveira conta que essas pacientes muitas vezes chegam com hipertensão, com arritmias e taquicardias. “Para o feto existem complicações específicas, como descolamento prematuro de placenta, o retardo de crescimento intra-uterino; o peso de nascimento das crianças é menor”, explica. 

É ridículo imaginarmos que as adolescentes das cracolândias tenham discernimento para procurar os serviços de saúde atrás dos anticoncepcionais. É o anticoncepcional que tem que chegar até elas. Existem injeções de efeito prolongado que são ideais para essas situações. 

O psiquiatra Ronaldo Laranjeiras, da Unifesp, vê esses atendimentos como uma grande prioridade. “Para uma menina chegar a estar grávida e continuar usando crack é porque que ela tem uma vulnerabilidade muito grande. Então, você tem que criar um tratamento muito mais estruturado, tem que oferecer um ambiente onde ela fique protegida. E depois do parto ela tem que ter uma continuidade no sentido de protegê-la socialmente”, afirma. 

A Samara, Fabíola e uma das menores de idade que você conheceu nesta reportagem ficaram internadas no interior de São Paulo, no Instituto Bairral. 

http://tinyurl.com/9oc8vwp